Esforço no plano
Ambiguidade eliminada antes, ou a execução autônoma é uma aposta, não um processo.
Por que estamos adotando o método Expx e o expxdev como a forma padrão de construir e manter este sistema com agentes de IA.
Pedir a um agente para construir uma feature funciona — até a segunda hora.
Uma pergunta feita durante a execução é sempre uma falha da fase de planejamento.
Ambiguidade eliminada antes, ou a execução autônoma é uma aposta, não um processo.
Portão de aceite binário, sem adjetivo. TDD não é sugestão.
Só o que a investigação provou. Melhoria avulsa vira dívida registrada, não brinde.
QA e auditoria são agentes à parte, com acesso só de leitura — tecnicamente, não por promessa.
O método não é Claude Code. Não é Cursor. Não é nenhuma IA específica.
Sim, o método consome mais token. Essa é a troca certa.
O que cada peça faz e como elas se encontram sem se conhecer.
Diz se vale a pena fazer.
Diz como este projeto escreve código.
Planejam e fazem o trabalho.
Entrega: branch, commit, PR, QA.
legadox mede o quanto ter medo. buildx conduz a cadeia inteira quando o projeto é novo.
Planeja e executa feature nova em seis fases.
Corrige ocorrência em produção em cinco estágios.
Branch, commit por task, PR e pacote de QA.
Endurece o trabalho proporcional ao raio de impacto.
Descobre o dialeto técnico real do repositório.
Indexa artefatos fechados e o que já se sabe de um arquivo.
Recebe o pedido cru e emite veredito com evidência.
buildx orquestra as três acima — não é camada, é a única exceção do método: ela não modifica, invoca.
Muda o gatilho. Muda o tamanho. Nunca muda o rigor.
Duas entradas reais: a feature que nasce como ideia, e o bug que chega pelo suporte.
Em código legado, o comportamento atual é o contrato — bugs inclusive.
legadox não substitui sprintx nem runx — endurece os dois, proporcional ao risco.
Sem ele, não existe modo legado. É a primeira coisa a gerar.
Chamadores, cobertura, zona de risco, churn — nunca por sensação.
Sinal que não pode ser coletado assume o cenário mais arriscado.
BAIXO exige todas as condições juntas; os outros bastam uma.
Teste de caracterização passando no código atual, antes de qualquer alteração.
5 arquivos / 150 linhas em BAIXO, até 2 arquivos / 40 linhas em ALTO. Nunca estourado em silêncio.
Registrada, explícita — e plano de reversão para cada task, efeito irreversível incluído.
Nenhuma melhoria colateral. O que incomoda vai para DIVIDA.md, não para o diff.
Regra escrita é instrução — e instrução se esquece na task 14.
Todo hook de método nasce em aviso. Só promove a bloqueio depois de semanas sem falso positivo.
QA e auditoria têm acesso de leitura declarado — "aponta, não corrige" é tecnicamente forçado.
Hook de segredo nasce em bloqueio. Falso positivo ali é raro; segredo commitado não tem volta.
Fura o plano antes de virar código — leitura apenas.
Esse teste passaria com a implementação errada?
Valida contra os critérios ao fim do runx — não corrige.
Explica o que cada lado pretendia num merge — nunca resolve.
expxdev — sete subcomandos, três binários, um plugin local.
# seleciona skills e harness, sem terminal interativo npx expxdev init --skills sprintx,runx,mergex --harness claude,opencode --yes # sem --skills e sem TTY: só mostra o que faria, não escreve nada npx expxdev init
git clone --depth 1 — usa a credencial já configurada, sem token extra.
Instala as skills escolhidas neste projeto.
Ajusta a seleção e remonta o plugin do zero.
Atualiza as skills instaladas, com --check antes de aplicar.
Diagnostica uma instalação quebrada, 16 verificações.
Painel local em 127.0.0.1 — qualquer escrita recebe 405.
Acompanha um trabalho ao vivo, no terminal, sem sair do lugar.
Comecem por sprintx, runx e mergex. Adicionem stackx e prodx quando o ritmo pedir mais rigor.